O procurador-geral da República, Paulo Gonet, definiu, ao solicitar autorização para que a PF investigue os dribles à ordem de Alexandre de Moraes, como os esforços da apuração devem ser concentrados.
Alegando preocupação com as eleições municipais, Gonet mirou autores de “discurso de ódio” e de fake news.
O PGR afirmou no pedido, feito em 15 de setembro, que “constitui explícito acinte à autoridade da deliberação do STF postar na plataforma banida materiais repulsivos à liberdade de expressão, ao regime democrático e à dignidade das pessoas, sobretudo no período eleitoral, para serem adiante divulgados alhures”, segundo O Globo.
Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam: