‘Sistema S’ é usado por dirigentes como trampolim político
8 de junho de 2018
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O ‘Sistema S’ mama nas contribuições compulsórias oriundas de folhas de pagamento de empresas, portanto de renúncia fiscal de R$ 20 bilhões.
Em São Paulo, Paulo Skaf usa o conjunto de “aparelhos” do Sistema S (Sebrae, Sesi, Senai, Fiesp, etc.) para tentar chegar ao Palácio Bandeirantes — sede do governo paulista.
O empresário patobranquense Cláudio Petrycoski assumiu com a vacância, no Paraná, a presidência da Federação das Indústrias. O titular, Campagnolo, também se licenciou para tentar um cargo na política.
Em Minas Gerais, Josué Alencar igualmente deixou Fiemg para concorrer às eleições de outubro.
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