QUEIMADAS FORAM USADAS CONTRA MINERAÇÃO NAS TERRAS INDÍGENAS
Fonte militar altamente credenciada, ligada aos setores de inteligência em Brasília, aponta que as queimadas na Amazônia ganharam dimensão maior para dar uma resposta ao governo Bolsonaro por conta da conversa de permitir a mineração nas áreas indígenas.
O governo tem certeza de que a mineração nas reservas já existe, tocada por empresas internacionais disfarçadas de ONG's. O capitão estaria disposto a avançar com a proposta para acabar com a baderna. Mas errou ao desconsiderar a capacidade de reação do adversário.
As queimadas ocorridas este ano não foram maiores nem menores do que o normal para a época. Apenas ocuparam maior espaço na mídia internacional, o que acabou refletindo aqui. Não houve, senão por iniciativas esparsas, qualquer estratégia de incendiar a floresta para confrontar o governo.
A dimensão dos estragos causados anualmente pelo fogo é tamanha, principalmente em pastos e capoeiras, que seria necessária a mobilização de um verdadeiro batalhão para elevar os índices em alguns poucos pontos percentuais. Daí a opção midiática, capitaneada pela França e Noruega.
Pelo sim, pelo não, a mineração saiu de pauta.
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