PT admite que foi vítima de um “massacre” e vai ter de esconder Lula para tentar derrotar Bolsonaro
8 de outubro de 2018
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O resultado obtido por Jair Bolsonaro (PSL) –descrito por um integrante da coordenação da campanha de Fernando Haddad (PT) como “um massacre”– obrigou a cúpula petista a enfrentar a realidade: o discurso calçado só no legado de Lula chegou ao limite e uma reorientação da rota da campanha será obrigatória.
Os dois candidatos que vão ao segundo turno fizeram acenos ao centro. Dirigentes partidários deste campo veem, hoje, Bolsonaro como franco favorito. Durante a apuração dos votos, dirigentes do PT chegaram a jogar a toalha. Em vários momentos acharam que o partido ia perder já no primeiro turno.
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