Pressionado por crise no STF, Fachin cancela participação em evento do CNJ

9 de setembro de 2026 19

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, cancelou a participação em um evento do CNJ previsto para esta quarta-feira, 9, em meio ao agravamento da crise interna na Corte.

Fachin também cancelou a sessão ordinária do STF prevista para esta quarta. As mudanças na agenda ocorrem enquanto o presidente da Corte é pressionado a dar uma resposta institucional ao conflito envolvendo ministros do Supremo e decisões sobre a atuação da Polícia Federal.

  • LHAR

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, cancelou a participação em um evento do CNJ previsto para esta quarta-feira, 9, em meio ao agravamento da crise interna na Corte.

Fachin também cancelou a sessão ordinária do STF prevista para esta quarta. As mudanças na agenda ocorrem enquanto o presidente da Corte é pressionado a dar uma resposta institucional ao conflito envolvendo ministros do Supremo e decisões sobre a atuação da Polícia Federal.

Nos últimos dias, integrantes do STF defenderam que a controvérsia sobre o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, fosse submetida ao Plenário, em vez de permanecer restrita a decisões individuais.

  • AR

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Edson Fachin, cancelou a participação em um evento do CNJ previsto para esta quarta-feira, 9, em meio ao agravamento da crise interna na Corte.

Fachin também cancelou a sessão ordinária do STF prevista para esta quarta. As mudanças na agenda ocorrem enquanto o presidente da Corte é pressionado a dar uma resposta institucional ao conflito envolvendo ministros do Supremo e decisões sobre a atuação da Polícia Federal.

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Nos últimos dias, integrantes do STF defenderam que a controvérsia sobre o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, fosse submetida ao Plenário, em vez de permanecer restrita a decisões individuais.

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A crise ganhou força depois que o ministro André Mendonça determinou o afastamento de Rodrigues e do diretor de Inteligência da Polícia Federal, Leandro Almada. A medida provocou reação do governo e levou a Advocacia-Geral da União (AGU) a recorrer ao Supremo.

Fachin passou a concentrar a condução do caso e, na terça-feira, 8, deu prazo para Mendonça se manifestar sobre o recurso apresentado pela AGU.

Nesta quarta-feira, porém, o ministro Flávio Dino determinou a reintegração de Rodrigues e Almada aos cargos. Dino também defendeu que a questão seja analisada pelo Plenário do Supremo.

A decisão abriu um novo capítulo na disputa e recolocou Fachin no centro da crise. Como presidente do STF, cabe a ele conduzir o encaminhamento institucional do conflito diante da sucessão de decisões individuais sobre o mesmo caso.

 

Fonte: Wal Lima