Polícia indicia “ET Branco” por assassinato de mulher, ocorrido em 2011, em Vilhena; um dia depois, ele matou mais um
5 de outubro de 2018
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O delegado Núbio Lopes de Oliveira, titular da Delegacia de Homicídios de Vilhena, concedeu entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, 05, para falar sobre o encerramento de mais um caso de crime contra a vida na cidade.
O crime solucionado pela equipe da Delegacia de Homicídios ocorreu em 2011, mais precisamente por volta das 04h30 da madrugada do dia 11 de dezembro, na rua Samambaia, no Jardim Primavera. A vítima, Angélica dos Santos Alves, foi executada a tiros.
De acordo com o delegado, Angélica, foi atingida por tiros na cabeça, disparados a curta distância, que saíram de uma arma calibre 22.
As investigações apontaram como autor do assassinato Lucivaldo Dias da Silva, o “ET Branco”, que na semana passada já havia sido indiciado por outra morte, cometida em 11 de dezembro de 2011, um dia após o homicídio de Angélica. A vítima, nesse caso, foi Naur Alves Costa. No mesmo ano, ele tentou matar outra pessoa, mas ela sobreviveu.
O delegado disse que Naur e Angélica eram amigos e usuários de drogas; e foram mortos, ao que tudo indica, em um acerto de contas. Lopes de Oliveira aponta ainda que as formas empregadas nas execuções de Angélica e Naur foram similares, com disparos na cabeça a curta distância com arma do mesmo calibre.
ET Branco, que já tem mandado de prisão por outros crimes, está foragido.
O crime solucionado pela equipe da Delegacia de Homicídios ocorreu em 2011, mais precisamente por volta das 04h30 da madrugada do dia 11 de dezembro, na rua Samambaia, no Jardim Primavera. A vítima, Angélica dos Santos Alves, foi executada a tiros.
De acordo com o delegado, Angélica, foi atingida por tiros na cabeça, disparados a curta distância, que saíram de uma arma calibre 22.
As investigações apontaram como autor do assassinato Lucivaldo Dias da Silva, o “ET Branco”, que na semana passada já havia sido indiciado por outra morte, cometida em 11 de dezembro de 2011, um dia após o homicídio de Angélica. A vítima, nesse caso, foi Naur Alves Costa. No mesmo ano, ele tentou matar outra pessoa, mas ela sobreviveu.
O delegado disse que Naur e Angélica eram amigos e usuários de drogas; e foram mortos, ao que tudo indica, em um acerto de contas. Lopes de Oliveira aponta ainda que as formas empregadas nas execuções de Angélica e Naur foram similares, com disparos na cabeça a curta distância com arma do mesmo calibre.
ET Branco, que já tem mandado de prisão por outros crimes, está foragido.
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