Para novo diretor-geral da PF, mala de dinheiro não prova corrupção
21 de novembro de 2017
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Fernando Segóvia, empossado hoje como o novo diretor-geral da PF, começou com o pé esquerdo e criticou a investigação da Procuradoria Geral da República sobre a prática de corrupção por parte de Michel Temer no caso da JBS.
“A gente acredita que, se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria de durar mais tempo porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partícipes e se haveria ou não corrupção”, afirmou o chefe da PF em entrevista coletiva nesta segunda-feria, 20.
Se uma mala cheia de dinheiro e uma gravação de áudio e vídeo não provam nada, então fica impossível comprovar corrupção.
Segóvia começou muito mal.
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