O Vereador Badeco transforma o carro da Câmara de Cujubim em transporte particular para amigos

31 de janeiro de 2026 145

No dia 19 de novembro de 2025, o vereador Badeco resolveu inovar no conceito de serviço público. Usou veículo oficial da Câmara Municipal de Cujubim, abastecido com dinheiro do povo, para transportar amigos de Cujubim até Porto Velho. Tudo isso enquanto recebia diariamente, como se estivesse em missão institucional.
Ou seja, numa tacada só, o vereador conseguiu misturar uso de bem público, pagamento de combustível por combustível, diário oficial e interesse particular. Um combo completo de irregularidades.
Não é erro, é ato consciente
Aqui não estamos falando de confusão, desconhecimento ou “excesso de zelo”. Estamos falando de uso deliberado de patrimônio público para fins privados.
O carro da Câmara não é ambulância informal, não é Uber de amigo e não é extensão do veículo particular do vereador.
O vereador não “acha” que pode.
Ele sabe que não pode.
E mesmo assim fez.
O que a lei diz (e não deixa dúvida)
O uso de veículo oficial é restrito ao interesse público. Transportar amigos, ainda que para tratamento de saúde, não muda a natureza ilegal do ato.
Não existe exceção emocional na lei.
Esse tipo de conduta é enquadrado como ato de improbidade administrativa, por:
• Uso indevido de bem público
• Desvio de instrução
• Enriquecimento indireto (economiza combustível e desgaste do próprio veículo enquanto recebe diariamente)
• Violação dos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade
E vale lembrar: receber diariamente e usar carro oficial ao mesmo tempo para posição já é, por si só, questionável.
Receber diariamente e ainda levar terceiros é escandaloso.
E o presidente da Câmara, sabia?
A pergunta que precisa ser feita — e respondida — é simples e incômoda:
👉 O presidente da Câmara sabia?
👉Autorizou?
👉 Fez vista grossa?
Porque, se sabia e permitiu, não é só conivência. É responsabilidade solidária.
Se não sabia, o problema é ainda maior: quem está controlando o uso da frota oficial da Câmara?
Em ambos os cenários, alguém falhou.
E falhou feio.
Quando o poder sobe à cabeça
O que fica evidente é uma velha confusão entre carga pública e propriedade privada. Alguns vereadores passam a acreditar que, por não serem obrigatórios, tudo o que lhes é permitido é permitido. Não é.
O carro não é do vereador.
O combustível não é do vereador.
O diário não é prêmio.
E a Câmara não é extensão da casa de ninguém.
Isso não é pequeno. É grave.
Esse episódio não é detalhe.
Não é fofoca.
Não é perseguição.
É uso indevido de dinheiro público.
É frente direta ao contribuinte.
E é exatamente o tipo de prática que explica por que a política local é tão desacreditada.
Agora resta saber se a Câmara vai tratar isso como o que é — um ato grave — ou se vai fingir que nada aconteceu, como se o povo fosse bobo.
Porque uma coisa é certa:

POPULAÇÃO DE CUJUBIM DÁ CODINOME A VEREADORES

Dama da Noite - Paula

Irmão Chorão - Alécio

Cheirinho - Jean

Vereador GPS - Badeco

Irmão Barrabás - Herlon

Chocolate Rei - Haroldo

Papa Tudo - Renata

Garninzé Sem Faixa - Reginaldo

Crente do Mel Salgado - Jonas

A POLÍTICA DE ARIQUEMES ESTÁ DEFINHANDO

A percepção de que a política de Ariquemes está "definhando e morrendo" reflete uma crise profunda de legitimidade e funcionalidade, especialmente no Brasil e em muitas democracias ocidentais, caracterizada por um alto grau de desilusão popular e polarização destrutiva

As duas maiores forças da Política de Ariquemes o VERMELHO e o AMARELO sucumbiram diante ao avanço político e a tecnologia, seus lideres não acompanharam o desenvolvimento e o crescimento politico estando sendo superado por novas lideranças.

Ariquemes está morrendo! E não é só por conta dos eleitores terem mudado seus votos para outros horizontes. É pelo descaso, pela desunião, pela falta de empatia com o próximo e, principalmente pela perda de sua identidade nacional.

As pessoas deixaram de perceber que fazem parte de um todo, que se compõem enquanto sociedade e que formam o povo ariquemense. Deixamos de perceber que as nossas ações [e omissões] ressoam sobre o próximo. Se eu deixar de ajudar alguém, seja com dinheiro, cesta básica, uma “quentinha” ou até um trabalho, alguém [ou uma família] pode morrer de fome. O mesmo ocorre se eu penso que a política   é uma contaminação partidária ou alguém querido incutir em minha cabeça os destinos do município.

A cada eleição que passa o refrão é o mesmo SAÚDE, SEGURANÇA, EDUCAÇÃO, mais são falácias e nada é real.

AINDA ARIQUEMES

A velha futrequeira política de plantão tem recebido várias denúncias, uma por conta da coleta de lixo que está acontecendo com irregularidade dizem os moradores de vários setores que os garis estão deixando lixos nas lixeiras para trás, e é de acreditar pois, na casa da velha já aconteceu por duas vezes isso, e aí se pergunta que fiscaliza.

Onde está o trabalho dos vereadores que foram eleitos com o voto do povo para agirem em sua defesa, mais nenhuma manifestação sobre o caso para eles oi que interessa é dinheiro na conta no fim do mês.

Outro pontoo de reclamação é o sistema de agendamento de consultas medicas é um caos. Mais uma vez falta ação dos vereadores.

O ROMBO DAS CONTAS PÚBLICAS

O rombo nas contas públicas cresceu 43% em 2025 e chegou a R$ 61,6 bilhões. Ainda assim, o governo cumpriu a meta fiscal ao excluir R$ 48,7 bilhões em despesas do cálculo, manobra autorizada pelo Congresso, o que resultou em superávit primário de cerca de R$ 13 bilhões (0,1% do PIB).

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou nesta quinta-feira, 29, ter alcançado um resultado fiscal nas contas públicas de 2025 compatível com a meta de déficit zero estipulada para o ano. Contudo, o cumprimento da meta só foi possível depois de o governo excluir da conta R$ 48,7 bilhões em gastos que não serão contabilizados na apuração do resultado.

Dados do Tesouro Nacional mostram que o governo central fechou o ano com um déficit de R$ 13,008 bilhões, ou 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB), saldo que exclui despesas com precatórios, ressarcimentos a aposentados e algumas despesas de saúde, educação e defesa. Desse modo, o resultado após as deduções cumpre a meta de déficit primário zero, que tem uma tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB.

 

 

 

Fonte: AOR OLIVEIRA
O QUE DA NOTICIA (AOR OLIVEIRA)