Miguel de Souza pode ajudar novo governo de Rondônia em Brasília
1 de fevereiro de 2019
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Especialmente no momento em que o Sipam anuncia nova enchente, quase nos moldes daquela ocorrida em 2014, com grave potencial de calamidade.
Embora Rondônia esteja entre os 11 estados brasileiros privilegiados por estar com as contas em dia, enquanto todos os demais estão em situação de absoluta penúria, a dependência do governo federal por aqui é quase total. E como o governador e a quase totalidade de seu secretariado têm pouca ou nenhuma experiência na área, aqui vai uma dica: o ex-deputado Miguel de Souza, atualmente na Valec, pode ajudar muito, especialmente na área de engenharia, que conhece muito, como na esfera político-administrativa, onde é fundamental encontrar o caminho das pedras.
Miguel de Souza sabe, por exemplo, que não basta a boa vontade do presidente ou dos ministros para fazer acontecer da forma que as carências exigem: se não houver acompanhamento e muita conversa nos escalões inferiores os obstáculos se acumulam e as coisas não andam. Não se trata aqui de corrupção. É que são poucas as pessoas que decidem, geralmente servidores públicos de carreira, extremamente criteriosos, com larga experiência e acúmulo de serviço por falta de pessoal.
Um projeto de engenharia pode ter pequenas falhas, de fácil correção, e ser devolvido por vias burocráticas, o que implica em retardar seu andamento por meses. Uma imensa perda de tempo. Até porque, ao retornar, ele pode ocupar o final da fila, para voltar a ser analisado sabe-se lá quando. Mas alguém que tenha acesso ao setor pode mobilizar os responsáveis, providenciar os reparos necessários, e em poucos dias resolver o problema. Ademais, não se pode esquecer que todos os demais estados, com maior representatividade e politicamente mais poderosos, estarão na fila, com igual propósito. Quem já esteve por lá sabe bem como funciona.
Não custa, ainda, lembrar que Miguel de Souza foi quem lançou. como presidente da Fiero, a saída para o Pacífico, em busca da abertura de mercados, inclusive asiáticos, para a produção rondoniense e brasileira. Foi decisiva sua atuação para viabilizar as obras das pontes sobre o rio Madeira na área urbana de Porto Velho e no distrito de Abunã. Defendeu e patrocinou o projeto da ponte binacional de Guajará-Mirim. Colaborou para viabilizar o asfaltamento da BR-429 e os projetos de recuperação da BR-364, de Vilhena à divisa com o Acre, com duplicação de pistas em todos os trechos urbanos. O agronegócio rondoniense também deve muito a ele, não apenas por sua atuação quando vice-governador e titular da pasta de agricultura, como pelo escoamento da produção.
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