Gilmar chama de ‘retórica bravateira’ ministro do STF prometer preservação da Lava Jato
14 de dezembro de 2020
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), chama de “retórica bravateira” promessas como a do ministro Luiz Fux, presidente da Corte, de “não permitir a desconstrução da Lava Jato”.
Na última sexta-feira (11), diante de uma plateia de policiais federais, o presidente do Supremo disse que é necessário defender a operação, que ele considera “exitosa”.
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, no Jornal Gente, Gilmar Mendes, nesta segunda-feira (14), ressaltou que esse papel não é do Judiciário:
“Quanto eu vejo um colega ou outro dizendo ‘eu garanto a existência da operação Lava Jato'”, observou o ministro do STF, está se fazendo uma retórica, digamos assim, bravateira, porque nós não temos nada a ver com isso, no Judiciário.”
“Nós julgamos aquilo que nos chega, mas isso vem por provocação do ministério público e da Polícia Federal, que faz as investigações”, explicou Gilmar.
O ministro foi indagado se na opinião dele a Lava Jato é uma “página virada”. Ele não foi taxativo, mas salientou que o objeto da força-tarefa em Curitiba, que é a corrupção na Petrobras, “se reduziu” nos últimos anos.
Afirmou ainda que a operação perdeu “muita força” após a saída de Sérgio Moro que, segundo ele, era o “comandante em chefe” do grupo de procuradores, e observou que foram criadas outras “franquias” da operação em outros estados.
Sobre o prazo de 48 horas para a indicação da data da vacinação contra o coronavírus, o ministro disse que o Supremo fez uma “objeção pontual e cirúrgica” ao plano do governo federal.
O ministro Gilmar Mendes foi entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, pelos jornalistas Thays Freitas, Pedro Campos e Cláudio Humberto.
“Quanto eu vejo um colega ou outro dizendo ‘eu garanto a existência da operação Lava Jato'”, observou o ministro do STF, está se fazendo uma retórica, digamos assim, bravateira, porque nós não temos nada a ver com isso, no Judiciário.”
“Nós julgamos aquilo que nos chega, mas isso vem por provocação do ministério público e da Polícia Federal, que faz as investigações”, explicou Gilmar.
O ministro foi indagado se na opinião dele a Lava Jato é uma “página virada”. Ele não foi taxativo, mas salientou que o objeto da força-tarefa em Curitiba, que é a corrupção na Petrobras, “se reduziu” nos últimos anos.
Afirmou ainda que a operação perdeu “muita força” após a saída de Sérgio Moro que, segundo ele, era o “comandante em chefe” do grupo de procuradores, e observou que foram criadas outras “franquias” da operação em outros estados.
Sobre o prazo de 48 horas para a indicação da data da vacinação contra o coronavírus, o ministro disse que o Supremo fez uma “objeção pontual e cirúrgica” ao plano do governo federal.
O ministro Gilmar Mendes foi entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, pelos jornalistas Thays Freitas, Pedro Campos e Cláudio Humberto.
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