ENTRE O PODRE E O GIGOLÔ ESCOLHO NENHUM
Ao completar 21 dias de hospitalização por causa de uma doença infecciosa que nem sabia existir, acompanho de longe o melancólico arranca-rabo entre uma esquerda que apoia a submissão do povo ao poder do capital e outra que aceita ver o povo submetido a homens armados.
Triste perceber que nenhum dos lados exige o básico do ponto de vista revolucionário: que o poder seja exercido diretamente pelo povo, não por gigolôs a serviço de interesses econômicos externos e nem por toscas nomenclaturas que defendem seus privilégios a bala.
Que as eleições vencidas pelo que já passou de Maduro e hoje é simplesmente Podre valem tanto quanto as outrora vencidas por Hitler é um óbvio ululante.
Que Guaidó é um subcarimbador interino que o capital quer tornar presidente para ter um seu serviçal no poder, outro óbvio ululante.
O pior de tudo é que esquerdistas brasileiros se conformam em alinhar-se com posições que, de revolucionárias, não têm absolutamente nada.
Tomar partido numa questão na qual ninguém encampava nossos verdadeiros ideais foi assumir os ônus de derrotas que não nos pertenciam. (Celso Lungaretti)
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