CNJ já afastou magistrados de plantão que favoreceram amigos
14 de julho de 2018
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O CNJ, órgão que vai analisar se o desembargador plantonista Rogério Favreto cometeu infração disciplinar ao tentar livrar Lula da cadeira, já afastou magistrados que aproveitaram o plantão judicial para favorecer parentes, amigos, advogados e traficantes.
Favreto é acusado de ter descumprido a Resolução 71/2009 do CNJ, que estabelece que o plantão não se destina à reiteração de pedido já apreciado.
A Folha lembra que o primeiro juiz afastado depois dessa resolução foi um magistrado de Alagoas “que fazia parte de um grupo especializado em fraudar títulos públicos federais”.
No Rio de Janeiro, houve um caso em que um desembargador plantonista concedia liminares contra decisões que ainda não haviam sido tomadas.
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