Borba. Falta de segurança atrasa recomeço de trabalhos

20 de novembro de 2018 317

inda não recomeçaram os trabalhos no fundo da pedreira, junto ao troço de cerca de 100 metros da estrada nacional 255, que liga Borba a Vila Viçosa e que abateu esta segunda-feira. O motivo do atraso prende-se com a falta de condições de segurança para as equipas no terreno. No local, estão duas equipas, uma força especial de bombeiros, os chamados canarinhos, e o regimento de engenharia n.º 1 de Tancos, especialistas em resgates.

Perspetiva-se um trabalho demorado, até porque nesta altura é plausível a necessidade de vir a ter de remover todas as pedras ruídas, sendo que algumas pesam toneladas. Para complicar, lembre-se que a pedreira tem dezenas de metros de profundidade e que a chuva que se sentiu durante a madrugada também não ajuda aos trabalhos de resgare.

Nesta altura, estão confirmadas duas vítimas mortais, os trabalhadores que estavam dentro da retroescavadora, sendo que um deles faria esta terça-feira 58 anos. Em relação aos desaparecidos, deverão ser quatro, assim como duas viaturas, mas não existem quaisquer certezas.

Já durante a manhã desta terça-feira elementos da engenharia militar, Proteção Civil, especialistas em geologia e minas e técnicos das próprias empresas de extração de mármore reuniram para definir pormenores dos trabalhos a realizar.

Está previsto um briefing para as próximas horas no quartel dos bombeiros de Borba.

em atualização