A importância da transição energética justa no Brasil
O Brasil assumiu metas ambiciosas para conter o aquecimento global — e a Petrobras coloca peso nessa transformação.
Responsável por 31% de toda a energia consumida no país, a companhia quer, no mínimo, manter essa relevância até 2050, ampliando o uso de fontes limpas e reduzindo emissões, sem abrir mão da segurança energética que sustenta o desenvolvimento econômico e social.
A estratégia segue um princípio que ganha força no mundo: transição energética justa. Isso significa avançar para uma economia de baixo carbono sem deixar ninguém para trás — garantindo acesso à energia, geração de empregos, competitividade industrial e crescimento sustentável.
Como maior empresa brasileira do setor e com forte presença em toda a cadeia produtiva, a Petrobras tem papel central nesse movimento.
A companhia já reduziu, em menos de uma década, 40% das emissões de CO₂ e 70% das de metano. O compromisso é de alcançar a neutralidade de carbono nas operações até 2050.
O plano envolve ampliar investimentos em renováveis, biocombustíveis, captura de carbono e soluções baseadas na natureza — além de usar sua capacidade logística, tecnológica e financeira para impulsionar a descarbonização em diversos setores.
Mas, a transição não significa abandonar o petróleo de imediato. Estudos mostram que os combustíveis fósseis ainda serão necessários nas próximas décadas, sobretudo para transporte pesado e indústrias difíceis de eletrificar.
A vantagem brasileira é produzir um dos petróleos com menor intensidade de carbono do mundo.
Explorar novas fronteiras com responsabilidade é fundamental para garantir abastecimento, evitar a perda da autossuficiência e financiar a expansão das energias limpas.
A Petrobras oferece inovações já disponíveis hoje como diesel com conteúdo renovável, combustível sustentável de aviação e até uma gasolina carbono neutro como soluções práticas que já fazem parte da vida do brasileiro.
A empresa é a que mais inova no país com mais de 1.400 patentes ativas. E continua avançando. O objetivo é gerar um ciclo positivo na economia: inovação, redução de desigualdades, combate à pobreza energética e mais qualidade de vida. Isso é uma transição energética justa. E é justo que seja liderado por uma empresa brasileira.